O CRC é um espaço de diálogo entre cristãos de diferentes sensibilidades, e entre cristãos e não cristãos.

4 de novembro de 2010

II Colóquio CRC 2010/2011 - As Religiões e a Paz

No próximo dia 16 de Novembro, 3ª Feira, às 18h30m, o CRC promoverá no Centro Nacional de Cultura uma sessão sob o mote As Religiões e a Paz: O Diálogo Inter-Religioso, na ocasião da apresentação do mais recente livro de P. Anselmo Borges,  s.m.b.n., Religião e Diálogo Inter-Religioso (Imprensa da Universidade de Coimbra). Contaremos também, nesta reflexão seguida de debate, com a presença de P. Juan Masiá, s.j., e de Miguel Oliveira da Silva

[Índice da obra disponível aqui.]

Local: Centro Nacional de Cultura – Galeria Fernando Pessoa
Largo do Picadeiro, nº 10, 1º - Lisboa.
[Metro: Baixa-Chiado]

ENTRADA LIVRE

21 de outubro de 2010

I Colóquio CRC 2010/2011: Conclusões

No encerramento da sessão, Guilherme d' Oliveira Martins debruçou-se sobre os desafios que, nos nossos dias,  a história e memória do catolicismo novecentista representam:

I Colóquio CRC 2010/2011: Abel Varzim

Aqui partilhamos também a reflexão de João Gomes:





[Eco do colóquio no Fórum Abel Varzim.]

I Colóquio CRC 2010/2011: Joaquim Alves Correia

Por cortesia de Marco Oliveira, eis o registo da comunicação proferida  pelo P. Anselmo Borges no passado dia 21 de Setembro:




10 de setembro de 2010

Novo Ciclo de Colóquios

É com renovado gosto - e uma saudação particular aos seus sócios e assinantes - que o Centro de Reflexão Cristã divulga o tema que ocupará o primeiro colóquio do Ciclo 2010/2011, a acontecer no próximo dia 21 de Setembro, terça-feira. Como habitualmente, este terá lugar a partir das 18:30h, no CNC*.   


Cristianismo e Democracia



Local: *Centro Nacional de Cultura – Galeria Fernando Pessoa
Largo do Picadeiro, nº 10, 1º - Lisboa.
[Metro: Baixa-Chiado]

ENTRADA LIVRE

4 de junho de 2010

Pe. João Resina Rodrigues, 1930-2010

O Centro de Reflexão Cristã apresenta à família e amigos do  P. João Resina, - nosso sócio-fundador, o qual ainda  no passado ano nos ofereceu o privilégio da sua intervenção - sentidas condolências.

«Era um homem bom, sereno, habitado por uma profunda experiência de Deus, simultaneamente homem de Ciência e Padre, de quem se podem ler várias homilias aqui.» 
Excerto da evocação feita por José Leitão, in Inclusão e Cidadania.

2 de junho de 2010

Conferências de Maio 2010 - 4

Após o terceiro encontro deste mês, do qual não foi possível obter gravação, eis a última das conferências sob o mote Renovar a Igreja, Animar a Sociedade:

[clique sobre a imagem]


O CRC agradece a todos os convidados e intervenientes nesta iniciativa a sua participação.

22 de maio de 2010

Conferências de Maio 2010 - 2

Não tendo sido possível efectuar o registo da primeira das Conferências de Maio 2010, aqui disponibilizamos a gravação da sessão ocorrida na passada terça-feira.




[clique sobre a imagem]

29 de abril de 2010

Conferências de Maio 2010

Renovar a Igreja, Animar a Sociedade 

1 - A Ousadia da Esperança
Dia 4 de Maio, 3ª feira, 18h30m


2 - Conversão Contemporânea e Criação Cultural
Dia 18 de Maio, 3ª feira, 18h30m
3 - A Coragem de Agir
Dia 25 de Maio, 3º feira, 18h30m
4 - A Demanda no Mundo da Incerteza
Dia 31 de Maio, 2ª Feira, 18h30

Rua de Santa Isabel, 128-130. Lisboa
[Metro: Rato]
ENTRADA LIVRE

21 de abril de 2010

Espiritualidade e Ética Ambiental - Pequena Resenha

Aconteceu ontem no CNC, entre as 18:30h e as 20:30h, o colóquio dedicado à reflexão sobre a questão ecológica a partir da perspectiva cristã. João Miguel Almeida moderou a sessão, na qual Frei Luís de Oliveira propôs uma análise e praxis fundadas no pensamento de Francisco de Assis. A partir deste, passando pela mais recente encíclica (p.48-52) do Papa Bento XVI  e pelo pensamento ecológico desenvolvido por Leonardo Boff, apresentou uma linha de construção de relação fraterna com toda a Criação, na qual o respeito, comunhão e celebração da sua unidade integral constituem um desafio para todo o cristão, em alternativa à ideia de mera manutenção inter-geracional do habitat humano. 
O Dr. Manuel Rainho apresentou-nos uma súmula do trabalho desenvolvido pel'A Rocha desde a sua fundação (ocorrida no Algarve, com epicentro na Ria de Alvor, por iniciativa dos britânicos Peter e Miranda Harris), em 1983, hoje estendido a vários continentes. A tarefa de consciencialização das comunidades locais para a directa relação entre a sustentabilidade ambiental e o bem-estar económico e social permanece em curso. A Rocha tem defendido como fundamento do seu esforço de investigação e conservação da biodiversidade uma filosofia de particular responsabilidade da espécie humana (Génesis, 2:15) em relação às demais.    
Como de hábito, numa das próximas edições da revista Reflexão Cristã, assinantes e sócios poderão dispôr das versões integrais das comunicações apresentadas.

Nota da Direcção: O CRC apresenta aos sócios e outros participantes um pedido de desculpa pela necessária mudança de sala (da Galeria Fernando Pessoa para a Sala Sophia de Mello Breyner) onde se realizou o encontro, ocorrida no próprio dia.

13 de abril de 2010

Ciclo de Colóquios CRC 2009/2010

Terá lugar daqui a uma semana, terça-feira, dia 20 de Abril, pelas 18:30h, o terceiro colóquio CRC 2009/2010. O Dr. Manuel Pires Rainho (Associação A Rocha) e Fr. Luís de Oliveira, ofm (Franciscanos Portugueses) partilharão connosco reflexões sobre Espiritualidade e Ética Ambiental: Novas Perspectivas e Práticas,  a que se seguirá um momento de debate.

Local: Centro Nacional de Cultura, Galeria Fernando Pessoa, Largo do Picadeiro, Nº 10, 1º - Lisboa.  [Metro: Baixa-Chiado] 

ENTRADA LIVRE

[Erastus Salisbury Field, The Garden of Eden, 1860. via American Gallery]

24 de março de 2010

A Oriente do Oriente

No colóquio acontecido ontem na Sala Sophia de Mello Breyner (CNC), intitulado Estudos Religiosos a Oriente do Oriente, foi possível vislumbrar três perspectivas acerca da dinâmica ganha pela Universidade de São José, herdeira do Instituto Inter-Universitário de Macau, no panorama académico sínico. A instituição, pioneira na dupla acreditação de cursos superiores, encontra-se em expansão curricular e infra-estrutural, vivendo um desafio cultural e científico inédito nas relações contemporâneas Ocidente-Oriente.  

12 de março de 2010

Ciclo de Colóquios CRC 2009/2010

O segundo colóquio CRC 2009/2010  acontecerá no próximo dia 23 de Março, terça-feira, pelas 18h30m. Em debate estará a actualidade  dos Estudos Religiosos a Oriente do Oriente, com enfoque na realidade macaense. Contaremos com a participação de P. Peter Stilwell, Roberto Carneiro e Ruben Cabral.

Local: Centro Nacional de Cultura - Rua António Maria Cardoso, 68, Sala Sophia de Mello Breyner, Lisboa
[Metro: Baixa-Chiado]


ENTRADA LIVRE

[Aguarela de I. Clark, 1814. In Macau Antigo]

22 de fevereiro de 2010

Assembleia Geral de 09-02-2010

Teve lugar, no passado dia nove do corrente mês, mais uma Assembleia Geral ordinária do Centro de Reflexão Cristã. Segundo a ordem trabalhos previamente remetida em convocatória, procedeu-se à admissão de novos associados, foram aprovados relatório de actividades, contas e respectivos pareces concernentes a 2008 e 2009, bem como eleitos por unanimidade novos Corpos Sociais, com a seguinte constituição:

Assembleia Geral
Presidente: José Torres Campos
Vice-Presidente: António José Paulino
Secretários: Fernando Melro e Rita Mendonça Leite
Direcção
Presidente: Guilherme d'Oliveira Martins
Vice-Presidente: Maria Cristina Clímaco
Secretário: José Luís de Matos
Tesoureiro: Ana Cláudia Vicente
Vogais: Germano Cleto, João Miguel Almeida, Sérgio Pinto
Conselho Fiscal
Presidente: Alberto Pinto de Magalhães
Vice-Presidente: António Sampaio de Carvalho
Relator: Luís Wemans
Conselho Consultivo
Alfreda Fonseca
Bento Domingues
Francisco Sarsfield Cabral
Julieta Mendes Dias
Manuel Vilas-Boas

Pax Christi
Peter Stilwell


Em breve publicitaremos programação tocante ao ano em curso.

9 de dezembro de 2009

Novo Número da "Reflexão Cristã"

Encontra-se já publicado o mais recente número duplo (33-34) da revista Reflexão Cristã.

Os artigos ora editados, sob direcção de Francisco Sarsfield Cabral e coordenação de Germano Cleto, são fruto dos trabalhos e debates acontecidos nos colóquios do ciclo 2008/2009. Contribuem Frei Bento Domingues, Maria Lúcia Amaral, José Vera Jardim, Esther Mucznick, José Carlos Calazans, José Tolentino de Mendonça, José Eduardo Franco, Luís Salgado de Matos, Leonor Xavier, José Lamego e P. Peter Stilwell.

Ciclo de Colóquios CRC 2009/2010, 1º

O Centro de Reflexão Cristão tem o prazer de anunciar o primeiro dos colóquios 2009/2010:


Caritas in Veritate - Uma Resposta à Crise

Dia 15 de Dezembro, 3ª Feira, 18:30h

Carlos Santos
Pe. José Manuel Pereira de Almeida
Rui Almeida


Local: Centro Nacional de Cultura - Galeria Fernando Pessoa
Largo do Picadeiro, nº10-1º, Lisboa.
(Metro - Baixa-Chiado)

ENTRADA LIVRE

14 de maio de 2009

Conferências de Maio 2009, 1 - Economia da Ilusão e Sociedade Injusta

A conferência inaugural de 2009, acontecida no passado dia 7 de Maio, contou com a intervenção do Engº. Alfredo Bruto da Costa, presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP). Esta teve por ponto de partida o documento de reflexão intitulado Na crise, viver a esperança e fortalecer a solidariedade, construindo um mundo melhor - uma responsabilidade de todos nós, publicado na passada Quaresma pela CNJP [download disponível aqui].

[Foto: Nuno F. Santos, Público]

7 de maio de 2009

Darwin: Um diálogo entre Fé e Ciência

Por cortesia de Marco Oliveira, aqui disponibilizamos a intervenção feita pelo Prof. João Caraça no colóquio do passado dia 22 de Abril.





[Aviso: não nos será possível disponibilizar a comunicação do Padre João Resina, devido a problema áudio aquando da gravação da mesma.]

Conferências de Maio 2009 - Esperança e Justiça contra a Crise

O CRC renova o convite à participação nas Conferências de Maio deste ano, as quais decorrerão de acordo com o seguinte programa:

1 – Economia da Ilusão e Sociedade Injusta
Dia 7 de Maio, 5ª feira, 18h30m
Alfredo Bruto da Costa
Ulisses Garrido

2 – Desesperança e Apelo Solidário
Dia 14 de Maio, 5ª feira, 18h30m
João Ferreira do Amaral
Jorge Wemans
M. Margarida Marques

3 – Crise dos Modelos as Novas Respostas
Dia 21 de Maio, 5ª feira, 18h30m
Eduardo Paz Ferreira
Guilherme d’Oliveira Martins


4 – Há uma Esperança Global?
Dia 28 de Maio, 5ª feira, 18h30m
Luís Moita
Manuel Brandão Alves

Rua de Santa Isabel, 128-130. Lisboa (Metro: Rato)

15 de abril de 2009

Próximo Colóquio CRC

[Charles Darwin (1809-1882) aos 51 anos,
época da publicação da Origem das Espécies.

Darwin: um diálogo entre Fé e Ciência é o tema do próximo colóquio dinamizado pelo Centro de Reflexão Cristã, a realizar-se no dia 22 de Abril, quarta-feira, pelas 18h:30m. Este contará com as intervenções do P. João Resina e do Prof. João Caraça, e será, como habitualmente, seguido de debate.

Local: Centro Nacional de Cultura (Galeria Fernando Pessoa)

Largo do Picadeiro, Nº10 - 1º. Lisboa (Metro: Baixa-Chiado)

ENTRADA LIVRE

Conferências de Maio 2009

[Centro de Emprego de São João da Madeira,
Março de 2009. Foto: Reginet]

Esperança e Justiça contra a Crise será o mote de reflexão e debate nas Conferências de Maio deste ano, as quais decorrerão todas as quintas-feiras, pelas 18:30h.

Em breve será divulgado programa detalhado.

Local: Centro de Estudos da Ordem do Carmo

Rua de Santa Isabel, 128-130. Lisboa (Metro: Rato)


20 de janeiro de 2009

1º Colóquio CRC 2009 - I

O primeiro dos colóquios deste ano, intitulado Estado e Religiões – Liberdade, Autonomia e Laicidade, teve início com a intervenção de José de Sousa e Brito:



Divulgação

Na sequência do nosso último colóquio, no âmbito da discussão em torno da relação entre Estado e Religião, foi-nos dada a conhecer e solicitada a divulgação da posição da plataforma digital Redes Cristianas, apostada no debate do aprofundamento da laicidade na sociedade espanhola contemporânea, e manifestada aqui.

1º Colóquio CRC 2009 - II

De seguida, e antes de um momento de debate, pôde ouvir-se a reflexão de Luís Salgado de Matos:







[O CRC agradece, uma vez mais, a colaboração de Marco Oliveira.]

Novo Número da "Reflexão Cristã"


Está já disponível, desde os últimos dias de 2008, o novo número duplo da revista Reflexão Cristã. Esta tem por núcleo a matéria das Conferências de Maio 2007, que a titula, contando com os contributos de Eduardo Lourenço, Isabel Pinto Correia, Maria das Neves de Jesus, Manuel Carvalho da Silva, Eduardo Sá, Laurinda Alves, Helena Marujo, Luís Miguel Neto, Anselmo Borges, Francisco Sarsfield Cabral e José Tolentino Mendonça.
Neste volume podem ainda ser lidas, para além dos artigos de Maria José Mendonça e João Bénard da Costa, duas reflexões da autoria do Henrique Noronha Galvão e José Luís de Matos em torno da obra Jesus de Nazaré, de Joseph Ratzinger/Bento XVI, bem como uma recensão sobre Jesus, Uma Abordagem Histórica, de José António Pagola, da autoria de Germano Cleto.

5 de janeiro de 2009

Ciclo de Colóquios 2009, 1º

Estado e Religiões – Liberdade, Autonomia e Laicidade

Dia 13 de Janeiro de 2009, Terça-Feira, 18h30m

José de Sousa e Brito
Luís Salgado de Matos

Local: Centro Nacional de Cultura - Galeria Fernando Pessoa
Largo do Picadeiro, nº10-1º, Lisboa.
(Metro - Baixa-Chiado)

ENTRADA LIVRE

30 de novembro de 2008

José da Felicidade Alves, 1925-1998

O Centro de Reflexão Cristã promoverá no próximo dia 16 de Dezembro, a partir das 18:00h, uma homenagem evocativa do Padre Felicidade Alves*, desaparecido há dez anos. Este convívio e reflexão testemunhal em torno do seu legado intelectual, eclesial e cívico contarão com as intervenções de Frei Bento Domingues, Guilherme d'Oliveira Martins, Manuel Vilas-Boas e Diana Andringa.

16 de Dezembro, 3ª feira, das 18:00h-20:00h

Centro Nacional de Cultura - Galeria Fernando Pessoa
Largo do Picadeiro, 10, 1º, Lisboa
Metro: Chiado
Entrada Livre

*José da Felicidade Alves nasceu em Vale da Quinta (Salir de Matos, Caldas da Rainha). Após instrução elementar prosseguiu estudos eclesiásticos, tendo sido ordenado presbítero em finais da década de quarenta. Foi entre 1949 e 1956 professor de Teologia e História da Igreja no Seminário Maior dos Olivais, em Lisboa. Nesse mesmo ano foi nomeado pároco de Santa Maria de Belém e São Francisco Xavier. O seu itinerário levá-lo-ia a defender, em crescendo, a renovação pastoral da igreja católica portuguesa; catalisado pela teologia conciliar, o seu questionamento ante os impasses em presença no país agudizou uma perspectiva fortemente crítica da questão social, política e colonial. Tal questionamento resultou num período de distanciamento da instituição católica, compreendido entre o início da década de setenta e a fase final da sua vida. O seu percurso pessoal foi também marcado por diversas formas de actividade cívica, política e literária .

Concerto de Natal do Centro Nacional de Cultura

Terá lugar na Basílica dos Mártires, no próximo dia 19 de Dezembro, pelas 19:30h, o Concerto de Natal do CNC, a que o CRC se associa. O programa, intitulado Sol Occasum Nesciens [O Sol Não Conhece Ocaso] integrará peças de música instrumental e vocal, compostas desde o período medieval ao contemporâneo em dedicação à Natividade. A interpretação estará a cargo do Corelis (Coro da Relação de Lisboa), acompanhado pelo organista Daniel Oliveira e sob direcção do maestro Victor Roque Amaro. A entrada é livre.
Mais informações aqui.

2 de novembro de 2008

CRC - Informações,2

O Centro de Reflexão Cristã informa que será celebrada na próxima quarta-feira, dia 5 de Novembro, pelas 19:30h, na Igreja Paroquial do Campo Grande, missa de sétimo dia por Carlos Leonel Pereira dos Santos.

CRC - Informações, 1

Informamos todos os associados que a próxima Assembleia Geral do Centro de Reflexão Cristã decorrerá no dia 13 de Novembro de 2008, pelas 18:30h, na nossa sede.

15 de julho de 2008

A Oposição Católica ao Estado Novo (3)

Por fim, João Miguel Almeida (IHC, Universidade Nova de Lisboa/CEHR, Universidade Católica Portuguesa) ofereceu uma síntese problematizante a propósito da obra em análise, respondendo a algumas das questões que a este propósito lhe têm sido colocadas:



A Oposição Católica ao Estado Novo (2)

Eis, de seguida, a comunicação de Guilherme d' Oliveira Martins (Centro de Reflexão Cristã):



A Oposição Católica ao Estado Novo (1)

A primeira das intervenções ouvidas no último Colóquio CRC 2007-2008, dedicada ao tema A Oposição Católica ao Estado Novo: 1958-1974, reflexão em torno de obra homónima de João Miguel Almeida (Edições Nelson de Matos), foi de Fernando Rosas (FCSH, Universidade Nova de Lisboa):






26 de junho de 2008

Oposição Católica ao Estado Novo, 1958-1974

CICLO DE COLÓQUIOS 2007/2008 - 6º

A Oposição Católica ao Estado Novo 1958-1974

Dia 8 de Julho de 2008, 3ª feira às 18:30
Fernando Rosas
Guilherme d’Oliveira Martins
João Miguel Almeida


Local: Auditório do Centro Nacional de Cultura
Largo do Picadeiro, nº 10-1º. Lisboa.
(metro Baixa-Chiado)

ENTRADA LIVRE

2 de junho de 2008

Portugal, Democracia Laica e Plural (3)

Seguiu-se, como de hábito, um período de questões e debate abertos à assembleia (vide I, II e III). Remetemos, finalmente, para a nota de encerramento do evento, a cargo de Guilherme d'Oliveira Martins.

O CRC renova os seus agradecimentos a Marco Oliveira pelo registo e disponibilização das gravações de todas as conferências ocorridas.

Portugal, Democracia Laica e Plural (2)

Seguiu-se a intervenção do P. Peter Stilwell, (Faculdade de Teologia, Universidade Católica Portuguesa):






Portugal, Democracia Laica e Plural (1)

A quarta e última das Conferências de Maio 2008 ocorreu no passado dia 28, tendo início com a reflexão de José Lamego (Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa):






27 de maio de 2008

Conferências de Maio 2008 - Questões em Debate

Encontram-se também disponíveis alguns dos momentos de debate ocorridos na 2ª (I, II, III, IV) e 3ª (I) Conferências de Maio 2008, por cortesia de Marco Oliveira, mais uma vez.

26 de maio de 2008

A Construção da Laicidade (3)

Encerrou esta série de comunicações Leonor Xavier (jornalista, membro do movimento Nós Somos Igreja), com um testemunho sobre vivências religiosas e laicidade em Portugal e no Brasil:





A Construção da Laicidade (2)

Seguiu-se a intervenção de Luís Salgado de Matos (Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa), a qual se debruçou sobre as condições de construção da laicidade na época contemporânea:





A Construção da Laicidade (1)

A abertura da terceira conferência de Maio deste ano esteve a cargo José Eduardo Franco (Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa, Universidade de Lisboa), com uma reflexão sobre as raízes históricas da laicidade:





21 de maio de 2008

Laicidade, Lacismo e Democracia (3)

No termo da passada quarta-feira pôde ainda ouvir-se a reflexão do P. José Tolentino Mendonça (Universidade Católica Portuguesa):





Laicidade, Lacismo e Democracia (2)

Seguiu-se a intervenção de Esther Mucznik (Vice-Presidente da Comunidade Israelita de Lisboa; Investigadora em Assuntos Judaicos):





Laicidade, Lacismo e Democracia (1)

A abrir a segunda das Conferências de Maio 2008 esteve José Carlos Calazans (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias); aqui deixamos (novamente por cortesia de Marco Oliveira) a sua e demais comunicações:

10 de maio de 2008

Laicidade, Lacismo e Modernidade (3)

A José Vera Jardim coube encerrar a sequência de reflexões desta primeira Conferência de Maio 2008.







Laicidade, Lacismo e Modernidade (2)

Eis a segunda comunicação, por Maria Lúcia Amaral.



Laicidade, Lacismo e Modernidade (1)

Por cortesia de Marco Oliveira, aqui apresentamos a primeira de três comunicações apresentadas na passada quarta-feira, por Fr. Bento Domingues, o.p.



1 de maio de 2008

Conferências de Maio - Programa

Conferências de Maio 2008
Questões sobre Laicidade

1 - Laicidade, Laicismo e Modernidade
Dia 7 de Maio, 4ªfeira, 18h30m

Fr. Bento Domingues
José Vera Jardim
Maria Lúcia Amaral


2 - Laicidade, Laicismo e Democracia
Dia 14 de Maio, 4ªfeira, 18h30m

Esther Mucznik
José Carlos Calazans
Pe. José Tolentino Mendonça


3 - A Construção da Laicidade
Dia 21 de Maio, 4ªfeira, 18h30m

José Eduardo Franco
Leonor Xavier
Luís Salgado de Matos


4 - Portugal, Democracia Laica e Plural
Dia 28 de Maio, 4ªfeira, 18h30m

José Lamego
Pe. Peter Stilwell


Local: Centro de Estudos da Ordem do Carmo
Rua de Santa Isabel, 128-130. Lisboa (Metro: Rato)
[vide mapa aqui]

22 de abril de 2008

Novo Número da "Reflexão Cristã"

Já saiu o nº 29-30 da Reflexão Cristã. Nesta edição encontram-se glosadas as comunicações apresentadas durante o ciclo de conferências 2006-2007, dedicadas a diferentes aspectos do tema "Diálogos sobre Jesus". Alain Hayat, José Tolentino Mendonça, Artur da Cunha Oliveira, Faranaz Keshavjee, António Dias Farinha, Joaquim Carreira das Neves, João Duarte Lourenço, José Augusto Ramos, Irmã Maria Julieta, rscm, D. Manuel Clemente, D. Carlos Moreira de Azevedo, Caetano Pacheco de Andrade, Joaquim Teles Sampaio e Maria Joaquina Nobre Júlio foram os seus autores. Germano Cleto oferece uma pequena recensão sobre a recente obra de José Luís de Matos, Igreja Católica - Choque de Paradigmas (Caminho, 2007).

21 de abril de 2008

Salvos na Esperança - Leitura e Testemunho

O 5º Colóquio 200/2008 do CRC foi dedicado à reflexão e debate da Carta Encíclica Spe Salvi, assinada por Bento XVI em Roma a 30 de Novembro do passado ano. A sua apresentação foi feita pelo P.Peter Stilwell, que começou por destacar a clareza das ideias contidas nesta meditação sobre a esperança, a abordagem aos grandes momentos de cisão teológica ocorridos na história do Cristianismo, e o diálogo estabelecido com o pensamento de diversos filósofos da contemporaneidade. Nesse quadro de leitura da tradição ocidental, sublinha a interpelação papal ao significado cristão de esperança na sua articulação com a fé e o amor, demais virtudes teologais. A experiência da oração, a prática do exame de consciência e a vivência solidária do padecimento alheio são alguns dos caminhos propostos no documento.
Após intervenção a cargo de João Bénard da Costa [vide post anterior], Laurinda Alves comunicou a sua perspectiva sobre a prática quotidiana da esperança: reportando-se à própria experiência como voluntária em meio hospitalar, reflectiu acerca do testemunho de integridade que muitos dos que se debatem com a sua própria finitude aí conseguem, ainda, manifestar. Como cultivar, então, tal virtude? Segundo a jornalista, a busca de uma unidade interior passa pela recusa do entendimento mediaticamente descalibrado da realidade, bem como pela procura de uma espiritualidade assente na reflexão e no serviço.

20 de abril de 2008

Salvos na Esperança - Comunicação

[A pedido de vários participantes, aqui disponibilizamos na íntegra o artigo que esteve na base da intervenção de João Bénard da Costa durante o 5º Colóquio CRC 2007/2008.]


Em Esperança salvos somos...

Como tema da sua segunda encíclica, Bento XVI escolheu a Esperança. Spe Salvi é o título dela. No Natal de 2005, ano primeiro do seu pontificado, falou sobre a Caridade (Deus Caritas Est). É quase certo poder afirmar que, na terceira, invocará a Fé e ver, nesta ordenação das virtudes teologais, a Palavra do Apóstolo das Gentes na Primeira Epístola aos Coríntios: “Porém a maior destas, a Caridade é” (Cor.I, XII, 13) “porque tudo encobre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (Cor.I, XIII, 7). Esta poderosa encíclica em que, dos autores não canónicos, Santo Agostinho é o mais citado, pode resumir-se na glosa à passagem do comentário do autor das Confissões ao Salmo 91:

“O objecto da fé reside em coisas que não vemos, mas cuja realidade brilhará plenamente quando as pudermos ver.

O objecto da esperança reside, também, em coisas que não possuímos, mas que virão. Mas já não virão em esperança, porque as possuiremos e não teremos que as esperar.

Mas a caridade, pelo contrário, não deixará de aumentar. Porque se amamos a Deus, que não vemos, quanto mais O amaremos quando O virmos”.

E, no entanto, para alguns, a Esperança permanece a virtude mais misteriosa, aquela que pasma o próprio Deus, como escreveu Péguy em Le Porche du Mystère de la Deuxième Vertu, quando lhe chamou petite fille esperance. “Que esta gente veja como tudo hoje se passa / e creia que amanhã irá melhor, / Que vejam como tudo hoje se passa e creiam / que amanhã de manhã irá melhor / E espantoso é mesmo a grande maravilha da minha graça / É o que a mim mesmo me espanta”, como de Péguy traduziu Manuel de Lucena em idos que já lá vão.

Bento XVI não se quedou poeticamente no pórtico do Mistério da chamada segunda virtude. Abordou-a, como havia abordado a Caridade. Como pastor e como Filósofo, se me é lícito transpor para o autor da encíclica uma imagem que usa a propósito de Cristo, e que não me recordo ter visto alguma vez com tanta clareza e com tanta força.

Diz o Papa, no sexto capítulo da sua carta encíclica: “A figura de Cristo é interpretada, nos antigos sarcófagos, sobretudo através de duas imagens: a do filósofo e a do pastor. Em geral, por filosofia não se entendia então uma difícil disciplina académica, tal como ela se apresenta hoje. O filósofo era antes aquele que sabia ensinar a arte essencial: a arte de ser rectamente homem, a arte de viver e de morrer.” (…) Quase ao fim do século terceiro, encontramos pela primeira vez em Roma, no sarcófago de um menino e no contexto da ressurreição de Lázaro, a figura de Cristo como o verdadeiro filósofo que, numa mão, segura o Evangelho e, na outra, o bastão do viandante, próprio do filósofo.” (…) “O mesmo se torna visível na imagem do pastor. Tal como sucedia com a representação do filósofo, assim também na figura do pastor a Igreja primitiva podia apelar-se a modelos existentes da arte romana. Nesta, o pastor era, em geral, expressão do sonho de uma vida serena e simples de que as pessoas, na confusão da grande cidade, sentiam saudade. Agora a imagem era lida no âmbito de um novo cenário que lhe conferia um conteúdo mais profundo.” (…) A certeza que existe Aquele que, mesmo na morte, me acompanha com o seu bastão e com o seu cajado conforta-me. Esta era a nova ‘esperança’ que surgia na vida dos crentes”.

O Vigário de Cristo na Terra não é Cristo e sabe-o bem. Mas a ele lhe cabe ensinar, como seu bastão, a arte de viver e de morrer, como a ele lhe cabe, com o seu cajado, amparar-nos no caminho, Pastor que também é, desde que Cristo disse a Pedro: “Apascenta as minhas ovelhas”. De Pedro é Bento XVI o sucessor.

No XI capítulo da Epístola aos Hebreus (v.1) diz S. Paulo: “A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem”. Curiosamente, esta tradução do Padre Annes de Almeida aproxima-se da leitura do Papa, depois de ter sido posta em causa tanto por Lutero como por alguma exegese católica. Bento XVI demora-se na interpretação desta passagem. Como ele próprio diz, ela não traduz apenas uma convicção (“estar convencido das coisas que não se vêem”) mas estabelece objectivamente uma prova. A fé fundamenta a esperança, a fé prova-nos as coisas que ainda não vemos e só esperamos. Como diz o Papa: “Atrai o futuro para dentro do presente, de modo que aquele já não é o puro ‘ainda-não’. O facto de este futuro existir, muda o presente; o presente é tocado pela realidade futura, e assim as coisas futuras derramam-se naquelas presentes e as presentes nas futuras”. Não é o corriqueiro “enquanto há vida há esperança”, é a prova de que a única esperança é a que se concretizará depois da morte. Nenhuma esperança se pode realizar totalmente na nossa vida terrena, mas todas se realizarão na “vida eterna”.

“Vida eterna”. Bento XVI demora-se nessa expressão e demora-se de modo inusitado. “Queremos nós realmente isto: viver eternamente? Hoje, muitas pessoas rejeitam a fé, talvez simplesmente porque a vida eterna não lhes parece uma coisa desejável. Não querem de modo algum a vida eterna, mas a presente; antes, a fé na vida eterna parece, para tal fim, um obstáculo. Continuar a viver eternamente – sem fim – parece mais uma condenação do que um dom. Certamente a morte queria-se adiá-la o mais possível. Mas, viver sempre, sem um termo, acabaria por ser fastidioso e, em última análise, insuportável”.

Jorge de Sena, num poema sublime, escreveu: “De morte natural nunca ninguém morreu / não foi para morrer que nós nascemos”. Conheceria ele de Santo Ambrósio, o De excessu fratris sui Satyri (Elegia à morte de Sátiro, irmão defunto) citado pelo Papa, e em que Ambrósio diz também que a morte não é natural, que Deus não instituiu a morte. “Deu-a como remédio quando a vida dos homens começou a ser miserável. Deus teve que pôr fim a estes males, para que a mote reutilizasse o que a vida havia perdido”. Sena, de novo, referindo-se a Deus: “De nós se acresce ele mesmo, que será / o espírito que formos, o saber e a força. / Não é nos braços dele que repousamos / mas ele se encontrará nos nossos braços / quando chegarmos mais além do que ele. / Não nos aguarda – a mim, a ti, a quem amaste / a quem te amou a quem te deu o ser – / não nos aguarda, não. Por cada morte / a que nos entregamos el’se vê roubado / roído pelos ratos do demónio, / o homem natural que aceita a morte / a natureza que de morte é feita”.

Não vou tão longe que diga que o Papa subscreva estes versos. Mas o Papa põe-se a questão, e pergunta o que é que na verdade a vida e o que é que significa realmente eternidade. “Não sabemos o que queremos, não conhecemos vida verdadeira”. Permanecemos no que Agostinho chamou docta ignorantia. Mas, citando de novo Agostinho, o que sabemos que deve existir é algo que não conhecemos e o que nos impele para ele é a Esperança. “Quando a hora chegar” onde “em Espaço caiba a Eternidade”, como se diz no final do poema de Sena (A Morte, o Espaço, a Eternidade, in Metamorfoses) que algo sacrilegamente e algo sagradamente conflui para mim como as palavras de Bento XVI.

Escreve o Papa: “Conjecturar que a eternidade não seja uma sucessão contínua de dias do calendário, mas algo parecido com o instante repleto de satisfação, onde a totalidade nos abraça e nós abraçamos a totalidade.” “Mergulhamos no oceano do amor infinito” como o Mergulhador de Paestum, “no quando antes, depois, o tempo deixar de existir”.

Esta impossibilidade de pensar ou imaginar a vida eterna tem anulado todas as visões do Paraíso, quer seja a de Dante, tão demoradamente humana, quer seja a das inúmeras representações do Céu dos grandes pintores do século XV. Que vemos nelas? Vultos de plácidos rostos e de azul vestidos, sentados em adoração. Vida nunca ninguém a imaginou no reino de Bemaventurança. E é no entanto na esperança dela que reside a nossa Esperança.

Bento XVI demora-se na análise das imagens terrenas que tentaram substituir a vida eterna, a vida depois da morte, pelos vários paraísos terrenos.

Remonta a Francis Bacon e à crença no progresso que fará surgir um mundo totalmente novo. “Do arco e da flecha à megabomba” ironizou no século XX Adorno, também citado pelo Papa, certamente na primeira encíclica que o cita e ele e a Hockheimer. Como cita o Gorgias de Platão e vários textos de Kant.

E quando o Papa pede uma “autocrítica do cristianismo moderno”, fala expressamente do cristianismo que já conhece o desespero das esperanças frustradas da Revolução Francesa ou da Revolução de 1917.

“Não é a ciência que redime o homem”, diz o Papa. “O homem é redimido pelo Amor”. Aquele amor de que fala S. Paulo (Rom.VIII, 38-39): Porque cero estava, que nem morte nem vida, nem anjos nem Principados, nem Potestades, nem o presente nem o porvir, nem a altura nem a profundeza, nem alguma outra criatura, nos poderá afastar do Amor de Deus, que em Cristo Jesus, Senhor nosso está”.

Sempre me espantou – e sempre admirei – a esperança de homens que não acreditam em qualquer vida para além desta, num futuro paraíso terreno, seja o da sociedade sem classes, seja o do progresso ilimitado. Se eu for só poeira ou cinza nesse futuro distante, como poderei saber se a minha esperança se alcançou? A minha última visão do mundo é uma visão de ódio e desespero, de raivas e de vinganças. Como consolar-me com um futuro que não conhecerei?

Bento XVI di-lo, com força admirável, nesta Encíclica, em que também interpela a consolação de tais esperanças.

“A época moderna desenvolveu a esperança da instauração de um mundo perfeito que, graças aos conhecimentos da ciência e a uma política cientificamente fundada, parecia tornar-se realizável. (…).Mas, com o passar do tempo fica claro que esta esperança escapa sempre para mais longe. Primeiro deram-se conta de que esta era talvez uma esperança para os homens de amanhã, mas não uma esperança para mim. E, embora o elemento « para todos » faça parte da grande esperança – com efeito, não posso ser feliz contra e sem os demais – o certo é que uma esperança que não me diga respeito a mim pessoalmente não é sequer uma verdadeira esperança”.

Qual é a verdadeira esperança? Essa, a tal que “espanta o próprio Deus”, vem da con-solatio, a consolação do amor solidário de Deus.

Para exprimir essa solidariedade, Bento XVI, nesta assombrada e assombrosa encíclica, cita, de São Bernardo, a frase que o próprio Papa adjectiva como “maravilhosa”. Impassibilis est Deus, sed non incompassibilis” (“Deus é O que não pode padecer, mas se pode compadecer”).

Acreditá-lo depende mais da nossa Esperança do que da nossa Fé. Ou, talvez, da nossa Caridade. “Uma chama inatingível, que nem o sopro da morte / consegue sufocar”, para acabar re-citando Péguy.

João Bénard da Costa, Público, 16.12.2007.

6 de abril de 2008

Salvos na Esperança

CICLO DE COLÓQUIOS 2007/2008 - 5º

Salvos na Esperança

Dia 15 de Abril de 2008, 3ª feira às 18h30m
João Bénard da Costa
Laurinda Alves
Pe. Peter Stilwell

Local: Sala Sophia de Mello Breyner Andresen
Centro Nacional de Cultura
Rua António Maria Cardoso, nº 68. Lisboa.
(metro Baixa-Chiado)


ENTRADA LIVRE

22 de fevereiro de 2008

Cristianismo nos Meios de Comunicação - Ecos do Colóquio

Moderado por Manuel Vilas-Boas (TSF), este 4º Colóquio 2007/2008 pretendeu perspectivar o presente da relação entre os mass media e o fenómeno religioso - particularmente o Cristianismo - em Portugal. O primeiro interveniente, José António Santos (Agência Lusa), reflectiu sobre esta questão no âmbito específico da actividade de uma agência de notícias. Da sua comunicação constou uma apreciação estatística da informação veiculada entre Maio e Dezembro últimos, da qual se pôde concluir que 0,9% da mesma se reportou a matéria religiosa, a longa distância das temáticas mais noticiadas, relativas aos domínios político (27%) e económico (17%), configurando mesmo um dos aspectos da agenda noticiosa menos abordados.
Francisco Sarsfield Cabral (Rádio Renascença) começou por caracterizar o actual quadro mediático como o de uma realidade em profunda mudança, no qual se destaca a crise da imprensa e a adaptação de alguns dos seus títulos ao meio virtual. Reportou-se, de seguida, à dificuldade e morosidade que as instituições religiosas portuguesas, em particular a Igreja Católica (mas também outras instituições tradicionais, como as forças armadas, ou as corporações profissionais), apresentaram e apresentam ainda na adaptação ao novo contexto de comunicação, caracterizado pela quasi-instantaneidade. Segundo este interveniente, a necessária aposta na formação de interlocutores nessas instituições deveria corresponder, do lado dos media, ao investimento na especialização dos profissionais de comunicação. Sobre media de inspiração confessional em Portugal, considerou condição indispensável para o seu sucesso o abandono de um discurso apologético e propagandístico, em favor da produção de informação rigorosa, criada por profissionais reconhecidos.
Paulo Rocha (Agência Ecclesia/Programa Ecclesia) caracterizou a abordagem televisiva ao fenómeno religioso como tradutora da pluralidade hoje vivida em Portugal: no canal público têm expressão (em programa dedicado) 14 confissões. Não obstante, considerou clara a hegemonia do catolicismo na mesma, em reflexo da realidade sociológica. Estando a Igreja Católica ligada ao próprio nascimento da RTP, lamentou não ter sido o seu contributo reportado nas celebrações do seu cinquentenário, rememorando de seguida alguns dos seus principais marcos na programação do canal. Fora do âmbito estrito do serviço público, considerou ser a actualidade religiosa perspectivada pelas estações televisivas como atractiva quando veiculada com enfoque no valor emocional das narrativas apresentadas, e não propriamente pelas características que lhe são intrínsecas. Em sua opinião, a presença de jornalistas de diferentes confissões nas redacções dos diversos media é o melhor meio de assegurar a investigação e transmissão de informação religiosa com qualidade.
Para António Marujo (Jornal Público), a actualidade do religioso faz-se do seu cruzamento com inúmeros outros domínios do real. Persistem, contudo, problemas de desconhecimento, preconceito e linguagem na relação daquele fenómeno com os media, nomeadamente com a imprensa. Por um lado, as religiões manifestam medo do imediato, ignorando frequentemente a oportunidade de comunicar em tempo mediaticamente útil; por outro, os profissionais de comunicação, dotados de formação cada vez mais generalista, desconhecem amiúde a mundividência e orgânica das instituições religiosas, transmitindo informação pouco rigorosa. O mútuo preconceito tem, pois, obviado à informação acerca tais realidades.
Seguiu-se um breve período de discussão, onde foram debatidas questões em torno da reserva eclesiástica na relação com a comunicação social, da intercomunicabilidade no seio do catolicismo, e da viabilidade de um título semanal católico português.
Outros ecos do colóquio: Agência Ecclesia.

19 de fevereiro de 2008

CRC no CNC, hoje à tarde

[António Marujo (Imprensa); Paulo Rocha(TV); Francisco Sarsfield Cabral (Rádio);
Manuel Vilas-Boas (Rádio/ Moderador); José António dos Santos (Agência Noticiosa)]

17 de fevereiro de 2008

O Cristianismo nos Meios de Comunicação

CICLO DE COLÓQUIOS 2007/2008 - 4º

O Cristianismo nos Meios de Comunicação

Dia 19 de Fevereiro de 2008, 3ª feira às 18h30m
António Marujo
Francisco Sarsfield Cabral
José António dos Santos
Manuel Vilas-Boas
Paulo Rocha

Local: Auditório do Centro Nacional de Cultura
Largo do Picadeiro, nº 10-1º. Lisboa.
(metro Baixa-Chiado)

ENTRADA LIVRE

7 de janeiro de 2008

Cristianismo em Rede – A Igreja na Net

CICLO DE COLÓQUIOS 2007/2008 - 3º

Cristianismo em Rede – A Igreja na Net

Dia 15 de Janeiro de 2008, 3ª feira às 18h30m
Ana Cláudia Vicente
Carlos Cunha
Tiago Cavaco

Local: Auditório do Centro Nacional de Cultura
Largo do Picadeiro, nº 10-1º. Lisboa.
(metro Baixa-Chiado)

ENTRADA LIVRE

6 de dezembro de 2007

Ciclo de Colóquios 2007/08 - 2º

Jesus de Nazaré segundo Ratzinger / Bento XVI
Dia 11 de Dezembro de 2007

José Luís de Matos
Pe. Henrique Noronha Galvão

Local: Auditório do Centro Nacional de Cultura
Largo do Picadeiro, nº 10-1º. Lisboa.
(metro Baixa-Chiado)

ENTRADA LIVRE

10 de novembro de 2007

CICLO DE COLÓQUIOS 2007/08 - 1º

Terças-feiras às 18h30m

A actualidade de Cristo - Abrir horizontes
Dia 20 de Novembro de 2007

Anselmo Borges
Maria José Bijóias Mendonça

Local: Auditório do Centro Nacional de Cultura
Largo do Picadeiro, nº 10-1º. Lisboa.
(metro Baixa-Chiado)

ENTRADA LIVRE